Depois de mais uma belíssima vitória em casa, em que o placar poderia ter sido de 4, 5 gols a favor que não seria exagero, e depois de mais um verdadeiro espetáculo nas arquibancadas, volta o Coritiba a encarar o desafio de um jogo fora de casa pelo Brasileirão.
E não se trata de um jogo especial somente porque é o primeiro da segunda metade do campeonato e porque coloca à prova nossa capacidade de mantermos um bom ritmo no segundo turno e esquecer os fracassos dos últimos dois “Setembros Negros”.
Ele é especial porque é, sem dúvidas, um dos jogos mais “tranqüilos” para conseguirmos mais 3 pontos na Série B, se é que isso existe nesse campeonato.
Analisei a tabela do campeonato e, comparando os futuros encontros com São Caetano, Brasiliense, Fortaleza e Ponte Preta, todos fora de casa, esse próximo jogo contra o Paulista de Jundiaí, dada a situação deles no campeonato, é de vital importância para que o Coritiba aspire a volta à elite sem muitos sustos.
Além disso, com uma vitória no próximo sábado, ficaremos próximos de conseguir uma marca significativa dentro do campeonato: a real possibilidade de emplacarmos cinco vitórias seguidas, já que os próximos confrontos, contra os fracos Gama e Ituano, são em nossos domínios. E abrir cinco vitórias seguidas na Série B, onde a disputa do segundo turno tende a se tornar uma briga de foice às escuras, é fundamental.
O Paulista, ainda que venha de duas vitórias seguidas em seu estádio, mostrou-se uma das maiores decepções desse campeonato, especialmente depois de um bom Campeonato Estadual e da surpresa que foi ano passado, brigando até a última rodada pela ascensão à Série A.
Mas hoje a situação é diferente. O Coritiba, renovado pelos Meninos do Alto da Glória, que aos poucos ganham padrão tático nas mãos do falante René Simões, é hoje uma realidade no campeonato e, seguindo o curso natural das coisas, deve atingir sem muitas dificuldades o objetivo da Série A. Basta jogar como jogou os últimos dois jogos: com seriedade, objetividade e paciência, explorando a pressa do adversário, e usando e abusando da velocidade de Henrique Dias no ataque e dos passes do Caíco no meio.
Aos amigos falei no início do campeonato: “O Brasileirão se decidirá no interior de São Paulo”, e, a julgar pelo jogo de Marília, parece ter o René também percebido isso.
As expectativas são as melhores possíveis, ainda mais considerando a excelente iniciativa do Clube em proporcionar a viagem ao interior paulista por módicos R$ 25 aos sócios, o que garante a possibilidade de uma bonita festa alviverde, como temos visto em todos os jogos do Coritiba também fora da capital.
Enfim, a lição do ano passado parece ter sido absorvida, e a soberba parece estar longe deste grupo de jogadores do Coxa. Mesmo estando cada vez mais evidente que se trata de um time diferenciado dentre a grande mediocridade do campeonato, parece ter aprendido que, sem humildade, comprometimento, dedicação e suor em campo, só a nossa Gloriosa camisa não nos levará ao nosso devido lugar.
Saudações alviverdes!
E não se trata de um jogo especial somente porque é o primeiro da segunda metade do campeonato e porque coloca à prova nossa capacidade de mantermos um bom ritmo no segundo turno e esquecer os fracassos dos últimos dois “Setembros Negros”.
Ele é especial porque é, sem dúvidas, um dos jogos mais “tranqüilos” para conseguirmos mais 3 pontos na Série B, se é que isso existe nesse campeonato.
Analisei a tabela do campeonato e, comparando os futuros encontros com São Caetano, Brasiliense, Fortaleza e Ponte Preta, todos fora de casa, esse próximo jogo contra o Paulista de Jundiaí, dada a situação deles no campeonato, é de vital importância para que o Coritiba aspire a volta à elite sem muitos sustos.
Além disso, com uma vitória no próximo sábado, ficaremos próximos de conseguir uma marca significativa dentro do campeonato: a real possibilidade de emplacarmos cinco vitórias seguidas, já que os próximos confrontos, contra os fracos Gama e Ituano, são em nossos domínios. E abrir cinco vitórias seguidas na Série B, onde a disputa do segundo turno tende a se tornar uma briga de foice às escuras, é fundamental.
O Paulista, ainda que venha de duas vitórias seguidas em seu estádio, mostrou-se uma das maiores decepções desse campeonato, especialmente depois de um bom Campeonato Estadual e da surpresa que foi ano passado, brigando até a última rodada pela ascensão à Série A.
Mas hoje a situação é diferente. O Coritiba, renovado pelos Meninos do Alto da Glória, que aos poucos ganham padrão tático nas mãos do falante René Simões, é hoje uma realidade no campeonato e, seguindo o curso natural das coisas, deve atingir sem muitas dificuldades o objetivo da Série A. Basta jogar como jogou os últimos dois jogos: com seriedade, objetividade e paciência, explorando a pressa do adversário, e usando e abusando da velocidade de Henrique Dias no ataque e dos passes do Caíco no meio.
Aos amigos falei no início do campeonato: “O Brasileirão se decidirá no interior de São Paulo”, e, a julgar pelo jogo de Marília, parece ter o René também percebido isso.
As expectativas são as melhores possíveis, ainda mais considerando a excelente iniciativa do Clube em proporcionar a viagem ao interior paulista por módicos R$ 25 aos sócios, o que garante a possibilidade de uma bonita festa alviverde, como temos visto em todos os jogos do Coritiba também fora da capital.
Enfim, a lição do ano passado parece ter sido absorvida, e a soberba parece estar longe deste grupo de jogadores do Coxa. Mesmo estando cada vez mais evidente que se trata de um time diferenciado dentre a grande mediocridade do campeonato, parece ter aprendido que, sem humildade, comprometimento, dedicação e suor em campo, só a nossa Gloriosa camisa não nos levará ao nosso devido lugar.
Saudações alviverdes!
Um comentário:
Esses garotos fazem a diferença.
Viram a jogada do Pedro Ken no segundo gol de sábado?
Ou a mudança do time no jogo contra o Avaí quando entrou o Marlos?
E quantas foram as vezes que Henrique salvou o Coxa nestes dois ultimos anos?
NO entanto, é preciso um trabalho sério com eles a partir de agora, no sentido de que eles entendam o caminho árduo. São garotos, podem se perder no excesso de confiança, porque são garotos ainda!
Faremos nossa parte como torcida... mas pés no chão, nada de festa antecipada.
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