Vamos falar de futebol...
Esses dias estive pensando no que o Luiz me falou quando me convidou para escrever algumas palavras nesse blog... “Você será o comentarista da Mauá...”. Logo, assustou-me a idéia de ter que escrever a coluna da mesma maneira como os “cativos” da Mauá assistem o jogo: gralhando até com a sombra. Decidi não fazer isso, até porque escolhi a Mauá simplesmente porque gosto de ver o jogo, tentar analisa-lo, enxerga-lo com olhos de “comentarista” e dar os meus pitacos, talvez por nunca ter me conformado que “gênios” como Noronha e Nivaldo Carneiro recebem salário da maior emissora do país para falar o óbvio e/ou besteiras.
Sendo assim, e também porque eu sou um notório crítico da cornetagem que impera naquele setor do estádio, decidi por abandonar a postura de torcedor típico da Mauá para escrever essas linhas enaltecendo os pontos positivos que vejo em nosso clube, e não somente o lado ruim, ou a “carne de vaca”, que é ficar xingando o Gionédis e outras coisas que acho besteira.
E lá se foi o pijama!
Finalmente, depois de pouco mais de dois meses, voltou o Coritiba a vencer fora de casa no Brasileirão. E uma vitória convincente, com toda certeza, e contra um adversário que, no momento, é direto em nossa briga para retornar à elite. Digo momentaneamente pois, na minha modestíssima opinião, esse Marília não deve assustar até o final do returno. Vi pelo menos outros três times que são, tecnicamente, melhores que o time paulista.
Mas surpreendi-me agradavelmente com a mudança de postura da equipe. Totalmente diferente do time apático e modorrento que perdeu pra Portuguesa, sábado passado o Coritiba mostrou que pode sim dar alegrias aos nossos corações já a tanto tempo maltratados.
Mais importante que as mexidas na equipe em si, algumas das quais até discordei, como a entrada do bisonho Dinei, o fundamental foi o reflexo que essas mexidas tiveram na equipe. Mostraram, diferente do que ocorreu ano passado, que esse ano aparenta existir uma unidade e uma vontade de vencer que ficou faltando na reta final em 2006, e que mostra-se imprescindível para uma equipe que quer ir longe. E isso ficou caracterizado até mesmo quando os “imexíveis” foram sacados, sem melindres ou caras feias, para entrada dos novos.
O time desse ano pode até demonstrar, em certos momentos, ser inferior tecnicamente ao que tínhamos ano passado (especialmente nos bons momentos antes do “Setembro Negro II – A Missão”). E isso é até comprovado em fatos, pois, das dez vitórias que somamos até o momento, pelo menos cinco foram apresentando um futebol fraco. Porém, dentro do contexto da Série B, é muito mais esperançoso e reconfortante para o torcedor perceber que algo fundamental existe nesse time, que o diferencia do anterior: a vontade de vencer e o comprometimento.
E esse crédito também deve ser dado à Diretoria e à vinda de um treinador que, ao que aparenta, possui o grupo na mão. Não que estejam fazendo mais que sua obrigação, de fato estão (especialmente a Diretoria), mas aquele que conhece minimamente o universo da “boleiragem”, sabe que é preciso um pulso forte e ao mesmo tempo um paternalismo na hora de tratar os jogadores, o que, de longe, Vialle e René têm muito mais apurados que Hidalgo e Paulo Afonso.
Sem desculpa para ficar em casa.
Por essas e por outras que sábado é obrigação de todos irem ao Couto Pereira apoiar o Coritiba em mais uma vitória no campeonato, contra o cambaleante Santa Cruz! No nosso mesopotâmico caminho rumo à Série A, é fundamental a soma desses 3 próximos pontos, para que restem, em tese, apenas mais 10 vitórias para nosso primeiro objetivo (SIM, eu faço contas; e, antes de ser campeão, eu quero SIM assegurar matematicamente nossa subida!).
E que, ao contrário do que possa parecer, Deus me permita ter ao meu lado um monte de torcedores corneteiros irritantes, daqueles que falam mal de todos com menos de um minuto de jogo, para que, quando os meninos do Alto da Glória, comumente alvo dos impropérios desses “gênios da bola”, decidirem o jogo em nosso favor, eu possa virar para eles, encher a boca e soltar um “CALA A BOCA, CORNETA!!!!” daqueles bem altos.
Sendo assim, e também porque eu sou um notório crítico da cornetagem que impera naquele setor do estádio, decidi por abandonar a postura de torcedor típico da Mauá para escrever essas linhas enaltecendo os pontos positivos que vejo em nosso clube, e não somente o lado ruim, ou a “carne de vaca”, que é ficar xingando o Gionédis e outras coisas que acho besteira.
E lá se foi o pijama!
Finalmente, depois de pouco mais de dois meses, voltou o Coritiba a vencer fora de casa no Brasileirão. E uma vitória convincente, com toda certeza, e contra um adversário que, no momento, é direto em nossa briga para retornar à elite. Digo momentaneamente pois, na minha modestíssima opinião, esse Marília não deve assustar até o final do returno. Vi pelo menos outros três times que são, tecnicamente, melhores que o time paulista.
Mas surpreendi-me agradavelmente com a mudança de postura da equipe. Totalmente diferente do time apático e modorrento que perdeu pra Portuguesa, sábado passado o Coritiba mostrou que pode sim dar alegrias aos nossos corações já a tanto tempo maltratados.
Mais importante que as mexidas na equipe em si, algumas das quais até discordei, como a entrada do bisonho Dinei, o fundamental foi o reflexo que essas mexidas tiveram na equipe. Mostraram, diferente do que ocorreu ano passado, que esse ano aparenta existir uma unidade e uma vontade de vencer que ficou faltando na reta final em 2006, e que mostra-se imprescindível para uma equipe que quer ir longe. E isso ficou caracterizado até mesmo quando os “imexíveis” foram sacados, sem melindres ou caras feias, para entrada dos novos.
O time desse ano pode até demonstrar, em certos momentos, ser inferior tecnicamente ao que tínhamos ano passado (especialmente nos bons momentos antes do “Setembro Negro II – A Missão”). E isso é até comprovado em fatos, pois, das dez vitórias que somamos até o momento, pelo menos cinco foram apresentando um futebol fraco. Porém, dentro do contexto da Série B, é muito mais esperançoso e reconfortante para o torcedor perceber que algo fundamental existe nesse time, que o diferencia do anterior: a vontade de vencer e o comprometimento.
E esse crédito também deve ser dado à Diretoria e à vinda de um treinador que, ao que aparenta, possui o grupo na mão. Não que estejam fazendo mais que sua obrigação, de fato estão (especialmente a Diretoria), mas aquele que conhece minimamente o universo da “boleiragem”, sabe que é preciso um pulso forte e ao mesmo tempo um paternalismo na hora de tratar os jogadores, o que, de longe, Vialle e René têm muito mais apurados que Hidalgo e Paulo Afonso.
Sem desculpa para ficar em casa.
Por essas e por outras que sábado é obrigação de todos irem ao Couto Pereira apoiar o Coritiba em mais uma vitória no campeonato, contra o cambaleante Santa Cruz! No nosso mesopotâmico caminho rumo à Série A, é fundamental a soma desses 3 próximos pontos, para que restem, em tese, apenas mais 10 vitórias para nosso primeiro objetivo (SIM, eu faço contas; e, antes de ser campeão, eu quero SIM assegurar matematicamente nossa subida!).
E que, ao contrário do que possa parecer, Deus me permita ter ao meu lado um monte de torcedores corneteiros irritantes, daqueles que falam mal de todos com menos de um minuto de jogo, para que, quando os meninos do Alto da Glória, comumente alvo dos impropérios desses “gênios da bola”, decidirem o jogo em nosso favor, eu possa virar para eles, encher a boca e soltar um “CALA A BOCA, CORNETA!!!!” daqueles bem altos.
Saudações coxas!
Mauro Alexandre A. Kraismann
Um comentário:
Sábado, todos os caminhos nos levam ao Alto da Glória, NÃO TEM DESCULPAS!!!
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